ChatGPT já prepara provas, mas segue desafiando escolas

Instituições de ensino de ponta em SP relatam acertos e dificuldades com o uso cada vez mais disseminado da ferramenta de IA

Escolas ainda estão tentando descobrir a melhor forma de conviver com o ChatGPT.

Valor ouviu nos últimos dias professores de quatro escolas de elite de São Paulo, onde informática faz parte do currículo desde cedo. Lançada no fim do ano passado pela startup americana OpenAI com investimento bilionário da Microsoft, a ferramenta de geração de texto por inteligência artificial tem sido usada por professores como um braço direito.

Muitos deles passaram a encomendar ao sistema as questões das provas que seus alunos terão de responder. Ou encomendam textos que serão entregues em sala de aula para reforçar o conteúdo das matérias. Com ajustes aqui e ali, os professores dizem que agora têm nas mãos algo que levaria horas para fazerem sozinhos.

Mas o ChatGPT continua impondo uma dificuldade básica às escolas: como ter certeza que lições de casa, resumos, trabalhos e apresentações foram feitos pelos estudantes e não pelo chatbot?

Neste primeiro semestre, confrontar alunos em relação à real autoria de alguma atividade de casa passou a ser rotina nas escolas. A reportagem ouviu professores do Bandeirantes, do Santa Cruz, do Porto Seguro e do Avenues.

Leia a íntegra deste artigo no Valor Econômico

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